A caça virou o Caçador!

O presente momento nos revela o perfil do consumidor deste milênio.  Mais exigente e conhecedor de seus direitos, tem o poder de influenciar no sucesso ou insucesso de um produto ou organização. A Caça virou o Caçador!

O acesso a informação principalmente pelos meios eletrônicos, desvinculou o cliente do local físico onde esta o produto e aumentou a distância entre o vendedor e o cliente. Contudo, é importante ressaltar que o processo de venda na sua essência permanece inócuo. “É um processo no qual trocamos informações de valor”, definição proposta pelo autor deste artigo.

Os gestos, a utilização da palavra correta na comunicação e principalmente o olhar, são fundamentais na condução de bons negócios. Independentemente do produto comercializado, o papel do “agente humano” em maior ou menor grau no processo de negociação é importantíssimo, e necessário, jamais insubstituível na sua totalidade por máquina qualquer.

Máquinas não solucionam, executam; Máquinas não argumentam, apenas informam, e finalmente, máquinas não sentem, são “frias”.Somente o ser humano é capaz de entender outro ser humano, tendo como premissa básica se colocar no lugar alheio.

Partindo deste pressuposto, pode-se dizer que o diferencial do seu produto ou da sua empresa no processo de venda, não esteja no preço ou na qualidade, na fama da empresa ou em uma imagem corporativa positiva, mas na capacidade de seus funcionários sejam eles internos ou externos, se colocarem no lugar de seus clientes como prova de fogo e exemplo maior.

Se essa atitude não for assumida por todos da empresa a mensagem será muito clara e já é de conhecimento de muitos: “Se correr, o bicho pega, se ficar o bicho come”!

 Boa sorte!

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